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GT Tabelas Sinapi e Sicro sistematiza atividades

Participantes ajustaram detalhes sobre o painel em que apresentarão os resultados do GT durante a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia

Com as participações dos engenheiros civis Reginaldo Pereira Pontes (Federação das Indústrias do Estado do Acre – Fieac) e Paulo Moreira Neto (Dnit) e do arquiteto Mauro Fernando Martins de Castro (Caixa Econômica), foi encerrado, na tarde desta terça-feira (6), em Brasília, o Grupo de Trabalho Tabelas Sinapi e Sicro, adotadas, respectivamente, pela Caixa e pelo Dnit, a fim de buscar uma nova linha de atuação com esses sistemas de orçamento de obras públicas. Após serem apresentados à Comissão de Articulação Institucional do Sistema – Cais e ao plenário do Confea, resultados serão levados à 76ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia,  em Palmas-TO.

Coordenado pelo conselheiro federal engenheiro de produção mecânica Zerisson de Oliveira Neto e tendo o engenheiro civil André Luiz Schuring como coordenador adjunto, o grupo é constituído ainda pelos engenheiros civis André Mendes, José Luiz Parzianello e Paulo Roberto Vilela Dias, e teve a assistência do engenheiro civil Frederico Madeira Ribeiro. Um texto-base sobre o tema será divulgado pelo Sistema após a aprovação dos conselheiros federais.

A necessidade da continuidade dos trabalhos foi um dos aspectos levantados pelos integrantes do grupo

“Acredito que o GT conseguirá diminuir os mitos em torno do uso dessas tabelas pelos profissionais, conforme mostraremos para eles e para toda a sociedade no painel que vai ser levado à Soea”, diz Zerisson. O coordenador informa que trabalha profissionalmente nessa área, e que essa proposta oferece referências para os colegas atuarem junto às obras públicas. “Acho que esse processo tem que ter continuidade no Sistema”, acrescenta.

Flexibilidade

Os mitos sobre a compatibilidade do Sinap e do Sicro em relação à realidade da obra serão esclarecidos, segundo ratifica o especialista André Mendes. “Ficou clara a necessidade de desmistificar que esses sistemas não seriam adequados para a elaboração de orçamentos de obras públicas. É o que vamos mostrar no texto-base que mandamos como sugestão ao Confea e aos Creas. A principal vantagem é a pesquisa de preços e o tratamento científico das composições de custo”, comenta.

Para o representante da Federação das Indústrias do Estado do Acre – Fieac Reginaldo Pereira Pontes, os objetivos do GT foram alcançados. “Aguardávamos somente o retorno do Mauro e do Paulo para fecharmos com êxito essa nossa proposta que esclarece e desmistifica o uso desses sistemas”.

José Luiz Parzianello: transparência deve ampliar discussões

Opinião semelhante à do especialista Paulo Roberto Vilela. “Identificamos as principais dificuldades para o uso dos sistemas para a realização do orçamento da obra. Definimos, sobretudo, que eles não são tabelas inflexíveis, mas um sistema de preços de referência, portanto, alteráveis, de acordo com as necessidades de cada obra”.

Já José Luiz Parzianello, especialista ligado ao e Empresarial do Crea-PR, sugeriu que a divulgação desses conceitos é um dos principais objetivos de agora em diante. “Esse diálogo vem ao encontro das demandas do Comitê Empresarial e do próprio Sistema Confea/Crea, que deve manter esses trabalhos do GT permanentemente porque não pode se distanciar dessas atualizações, principalmente dos orçamentos das obras públicas, colocando-nos em dia com a transparência proporcionadas por esses sistemas”.

A reunião contou com as contribuições da secretária da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia, Sílvia Girardi, e do assistente do evento, Marcos Magalhães, em torno do painel onde os resultados do GT serão apresentados no evento.

Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea

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